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O Consulado-Geral do Brasil em Nagoya atende os brasileiros das seguintes províncias: Aichi, Ehime, Fukui, Fukuoka, Gifu, Hiroshima, Hyogo, Ishikawa, Kagawa, Kagoshima, Kochi, Kumamoto, Kyoto, Mie, Miyazaki, Nagasaki, Nara, Oita, Okayama, Okinawa, Osaka, Saga, Shiga, Shimane, Shizuoka, Tokushima, Tottori, Toyama, Wakayama, Yamaguchi. Alistamento Militar Todos os brasileiros nascidos no ano de 1991, deverão se alistar até 30 de junho de 2009 no Consulado-Geral do Brasil da jurisdição de sua residência, comparecendo pessoalmente com o Passaporte, Certidão de Nascimento ou Carteira de Identidade (RG), comprovante de residência ("Gaijin Toroku" ou "Juminhyo") e três fotos tamanho 3x4 cm para documento militar.
Consulados Itinerantes/Volantes Em HAMAMATSU: devido à iminência da abertura do novo Consulado-Geral em Hamamatsu, não mais serão realizados Consulados Itinerantes/Volantes naquela cidade, por iniciativa do Consulado-Geral de Nagoya.
Em TOYOHASHI: a realização do Consulado Itinerante/Volante em Toyohashi, nas 3as quartas-feiras de cada mês, continua normalmente.
Influenza provocada pelo vírus A (H1N1) Até a presente data (24/06/2009)foram confirmados 399 casos de influenza A (H1N1) em território brasileiro. Para maiores informações, acesse o site do Ministério da Saúde: http://portal.saude.gov.br/saude
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| Repatriação de brasileiros às expensas do governo japonês O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão anunciou um conjunto de medidas para vigorar a partir de primeiro de abril do corrente, visando atenuar os efeitos da desaceleração econômica sobre os estrangeiros que ingressaram no Japão até 31 de março de 2009. Dentre as alternativas, está prevista a concessão de um auxílio de 300.000 (trezentos mil ienes) aos que tencionem regressar ao seu país definitivamente. Ademais, para os que têm dependentes, a referida soma será acrescida de 200.000 (duzentos mil ienes) por dependente. Os estrangeiros que optarem pela repatriação paga pelo governo japonês, contudo, só poderão retornar ao Japão, eventualmente, com visto de turista. Os interessados devem procurar as agências de emprego “Hello Work”.
Informação Importante para aqueles que querem trabalhar no Japão Atualmente vivem no Japão cerca de trezentos e dezessete mil brasileiros, a maioria composta por trabalhadoras e trabalhadores que viajaram em busca de melhores oportunidades de emprego e renda. O Governo brasileiro, preocupado com os efeitos da crise econômica internacional e, em particular, com suas conseqüências sobre a comunidade brasileira que vive no Japão, tomou a iniciativa de elaborar um roteiro prático para os brasileiros que desejam trabalhar naquele país. A lista de cuidados abaixo relacionada tem por objetivo alertar esses compatriotas para os problemas que poderão vir a enfrentar após sua chegada à cidade de destino no Japão. MERCADO DE TRABALHO – a crise internacional está produzindo impactos expressivos no Japão. A atividade econômica sofreu redução drástica nos últimos meses com efeitos diretos sobre o mercado de trabalho, tanto industrial como de serviços. O grupo mais afetado neste momento é o de trabalhadores temporários, cujos empregos são mais vulneráveis que aqueles com vínculos empregatícios mais antigos. A grande maioria dos brasileiros residentes no Japão encontra-se, atualmente, em regime de contrato temporário. É importante ter presente que a dispensa de trabalhadores brasileiros não configura necessariamente qualquer tipo de discriminação com relação aos nossos compatriotas e sim uma dura conseqüência dos tempos difíceis pela qual atravessa a economia japonesa. CONTRATO DE TRABALHO – os contratos firmados com as empreiteiras (hakens) que arregimentam mão-de-obra no Brasil devem ser mais detalhados e definir com precisão as responsabilidades das duas partes. Lembre-se de que as "hakens" são empresas que lucram com a contratação de trabalhadores no Brasil e que, muitas vezes, não cumprem suas responsabilidades e nem sempre apresentam a verdadeira realidade. Outro fato que se deve ter presente é o aumento do desemprego no Japão. Como conseqüência, a grande maioria dos postos de trabalho oferecidos aos estrangeiros tem sido em regime temporário, com poucas responsabilidades por parte do empregador. A maioria dos contratos tem-se limitado a um período inicial de apenas 3 meses. É importante, se possível, obter contratos de maior duração. Normalmente os contratos incluem a passagem aérea, que será paga sob a forma de desconto mensal no salário, e prevêem moradia para o empregado durante a vigência do vínculo empregatício. PASSAGEM AÉREA – recomenda-se solicitar, quando possível, passagem de ida e volta ao Brasil e não desfazer-se ou vender o bilhete de volta. O preço do trecho de retorno terá praticamente o mesmo valor, ou poderá ser até mais caro que o de ida e volta e, em caso de necessidade, onerar de forma preocupante o compatriota que desejar ou for obrigado a voltar para o Brasil. É altamente recomendável, ademais, que o trabalhador guarde consigo seu passaporte ao chegar no Japão. A retenção do passaporte do empregado por parte de terceiros constitui uma ilegalidade prevista pela lei brasileira e por tratados internacionais. MORADIA – a oferta de moradia gratuita está normalmente vinculada à vigência do contrato de trabalho. Uma vez terminado o contrato, o trabalhador em geral é obrigado a desocupar o imóvel de forma imediata ou em prazo não superior a 3 meses. A moradia é item extremamente caro no Japão. SEGURO SAÚDE E DESEMPREGO – o trabalhador temporário normalmente não tem direito a qualquer tipo de seguro. Somente contratos acima de um ano permitem o benefício do seguro desemprego e de saúde. Além do mais, o tempo de contribuição social no Brasil não contará no Japão, pois o acordo previdenciário entre os dois países está em fase de negociação. O Governo brasileiro tem feito grandes esforços junto às autoridades japonesas no sentido de oferecer instrumentos adequados para minimizar a questão do desemprego e de apoio aos desempregados. Há o compromisso, por parte do Ministério do Trabalho japonês, de aumentar o número de pessoas que falam português nas agências públicas de oferta de empregos (tal como a "Hello Work"). Apesar da disposição demonstrada pelas autoridades japonesas, a oferta de postos de trabalho tem sido menor que a demanda. Os brasileiros desempregados concorrem, portanto, com os próprios japoneses à procura de novos empregos. ESCOLA – para os compatriotas que pretendem trazer suas famílias, e principalmente, filhos em idade escolar, é preciso estar consciente de que no Japão há várias escolas que ministram cursos em português e seguem o currículo brasileiro, inclusive algumas escolas reconhecidas pelo MEC. No entanto, a mensalidade dessas escolas é muito alta. As autoridades japonesas estão incrementando cursos de capacitação profissional, oferecendo curso de japonês gratuito para estrangeiros nas escolas públicas. Caso você decida vir para o Japão, procure a prefeitura de sua cidade de destino e informe-se sobre as aulas gratuitas de japonês para adultos e crianças. O domínio do idioma japonês é a melhor maneira para integrar-se à sociedade japonesa e estar melhor qualificado para encontrar trabalho. LÍNGUA JAPONESA - o idioma constitui uma barreira real no Japão. Apesar da disseminação do inglês e mesmo de noções de português em algumas áreas de maior concentração de brasileiros, não falar japonês cria enormes dificuldades de comunicação na vida cotidiana e constitui elemento limitador grave para a obtenção de trabalho, desde os postos mais básicos aos mais especializados. O aumento do desemprego tem estimulado muitos empregadores a exigir o domínio da língua japonesa para a contratação de mão-de-obra. CULTURA JAPONESA – finalmente, é preciso ter presente que a cultura japonesa é muito diferente da brasileira, ainda que os laços entre o Brasil e o Japão sejam estreitos. Esse fato se reflete nas formas de convivência social, nos costumes e hábitos alimentares e, às vezes, pode gerar dificuldades no contato diário de brasileiros com a sociedade japonesa. Em caso de dúvidas, por favor entre em contato com agentes do Governo brasileiro por intermédio dos seguintes endereços eletrônicos:
Embaixada do Brasil em Tóquio:
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Consulado-Geral em Nagóia:
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Consulado-Geral em Tóquio:
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Cartilha de Orientação aos Imigrantes Brasileiros Está sendo divulgada em todo o mundo uma cartilha de orientação com informações úteis aos brasileiros no exterior em 26 páginas. O documento é tão importante que todos os imigrantes no Japão deveriam acessar o site do MTE . A cartilha "Brasileiros no Exterior" é recomendada pelo Cônsul-Geral do Brasil em Nagoya e aprovada pelo Ministério das Relações Exteriores. |
DISQUE-SAÚDE
| 13 ANOS!1996 - 2009
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| Para informações sobre diabetes, visite o site da Sociedade Brasileira de Diabetes www.diabetes.org.br |
Autoridades Consulares
| Encarregado | Ministro Marcos Borges Duprat Ribeiro | | Vice-Cônsul | Oficial de Chancelaria Sérgio de Moraes Ramos | | Vice-Cônsul | Analista de Sistemas Carlos Alberto Arrabal | | Vice-Cônsul | Assistente de Chancelaria Rosa Maria dos Reis Nora | | Vice-Cônsul | Datilógrafa Lilian Claudine Cardoso |
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